Por que temos tanto medo de ficarmos sozinhos?
:: Rosana Braga ::
Em primeiro lugar, eu diria que a resposta é óbvia e até genética: somos seres criados para a troca, para o relacionamento, para o amor! Somos seres em busca do prazer, da convivência, da reciprocidade. Seria como dizer que, em princípio, somos apenas metade do que podemos vir a ser.
Quando nos apaixonamos por uma pessoa, essa felicidade que mal cabe dentro de nós está a serviço de uma sensação muito especial. Temos a nítida impressão de que nos tornamos mais inteiros, mais preenchidos, melhores, mais fortes. É isso!
O encontro com o outro através do amor nos possibilita sentir partes de nós mesmos que não conseguimos quando estamos sós. E por causa dessas sensações maravilhosas é que sentimos tanto medo. Se, por um lado, temos medo de ficarmos sozinhos e, por isso, investimos tanto tempo e tanta energia na busca de alguém especial, que nos complete; por outro, também temos muito medo de encontrarmos esta pessoa, experimentar com ela todas essas possibilidades e, depois, perdê-la.
Assim, sozinhos ou acompanhados, parece que o medo está sempre a nos rondar, sempre nos colocando em estado de alerta e, enfim, roubando parte de uma felicidade tão almejada, tão desejada por homens e mulheres.
Costumo dizer que o medo é um sentimento bom. O medo é, na verdade, um grande mestre, desde que adotemos a seguinte regra: nem ignorá-lo e nem deixar que ele nos invada e nos paralise. O problema não está no fato de sentirmos medo, mas de deixarmos de agir e de viver por causa deste medo. Ou, por outro ângulo, ele pode se tornar um problema se o desprezarmos e, desta forma, não conseguirmos enxergar que ele pode ser um valioso aviso de que estamos indo pelo caminho errado, estamos fazendo a pior escolha.
Portanto, precisamos aprender a decifrar e respeitar o medo, mas não deixarmos que ele nos paralise, nos roube a coragem de arriscar e viver e amar!
Creio que o grande segredo esteja além do medo. Na verdade, se estamos sós ou se estamos comprometidos não é o que mais importa. O mais importante é como estamos com a gente mesmo? O quanto a solidão está se caracterizando pela falta do outro ou pela falta de nós mesmos?
Definitivamente, um relacionamento não tem a função de arrancar de nós a sensação da solidão. Milhares de pessoas são casadas, dormem acompanhadas todas as noites de sua vida, têm família, amigos, emprego, vizinhos e, ainda assim, vivem mergulhados numa profunda e dolorosa solidão! São pessoas que se sentem trancadas em si mesmas, ouvindo o eco de suas próprias vozes e de suas próprias dores sem saber para onde ir, sem entender que para aflorar e renascer para o mundo é preciso que encontrem não um grande amor, não um parceiro melhor ou que lhes pareça mais adequado, mas que se permitam, antes, um encontro consigo mesmas!
A meu ver, as palavras-chaves para a grande transformação, para a felicidade continuada e genuína, são: autoconhecimento e consciência! Quanto mais consciente de si mesmo você estiver, mais você saberá o que quer, para quê está aqui, o que veio fazer na Terra e, enfim, quem é você!
O amor, o casamento, o romance ou qualquer outro tipo de relacionamento só podem nos trazer preenchimento, prazer e respostas se, antes de mais nada, soubermos onde estão as nossas portas. Precisamos aprender a entrar dentro de nós. Precisamos conhecer cada um de nossos cômodos, de nossas luzes, de nossos cantos, de nossas janelas... Precisamos decifrar nossos enigmas, encontrar nossos tesouros e, por mais difícil que seja, admitir nossos lixos e limpar e organizar a imensa bagunça que nós mesmos fizemos (ou deixamos que fizessem) dentro de nós!
Isso tudo não é trabalho para um final de semana prolongado, mas para a vida inteira, todos os dias! E por mais trabalho que dê (e dá mesmo!), volto a repetir: não existe nenhuma outra chance de você se tornar inteiro e sentir-se, de uma vez por todas, livre da solidão, a menos que você resolva parar de buscar lá fora e comece a procurar dentro de você o que há de mais importante: a sua singularidade.
Porque uma vez encontrada, você estará pronto para o amor e saberá que a solidão é somente uma questão de acender ou apagar a sua luz, de abrir ou fechar a sua porta. De entrar ou sair de dentro de você!
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Sou de libra
Signo LIBRA:: Graziella Marraccini :: Este signo se inicia em 23 de Setembro e termina em 23 de Outubro. É um signo positivo, cardeal, de AR, governado por Vênus. O signo de Balança ou Libra, é um signo de exteriorização, de movimento, de beleza.Os nativos do signo de Libra apreciam a beleza, as artes, são pessoas refinadas e com forte tendência social. São inteligentes como todos os nativos dos Signos de Ar. São governados pelo planeta Vênus, mas diferentemente da Vênus-Terra do signo de Touro, são Vênus-Ar, etéreos e refinados. Dão muita importância ao casamento e à vida social. São delicados, amáveis, e tem um temperamento afetuoso. São amantes da paz, e são bons diplomatas, tentando sempre apaziguar e conciliar os opostos. Mas, com esta necessidade de fazer sempre as pazes, tendem a evitar uma boa briga (às vezes saudável), e desta maneira ficam "em cima do muro", sem tomar partido. Isto os torna indecisos, e muitas vezes fazem o papel de "Pontio Pilatus" lavando-se as mãos e fingindo-se desinteressados... São as vezes indolentes, e podem faltar de perseverança, parecendo levianos e amantes da vida alegre e fácil. Se deixam influenciar pelos elogios, talvez no intuito de serem agradáveis. Buscam a vida toda "o outro", o amor, o casamento, e o perseguem a qualquer preço, se envolvendo freqüentemente até em triângulos amorosos. Adoram a vida social e as festas e podem ser um pouco superficiais. De qualquer maneira o Carma do Libriano é sem dúvida o casamento, ou as associações (ou sociedades) onde deverá aprender a tomar partido, tomar decisões, bater o punho na mesa e não ficar na indecisão. Seu ponto fraco no organismo são os Rins, símbolo do relacionamento "a dois", e filtro de nosso organismo. Libra e o Amor: Nas amizades ele parece sempre fazer o que os outros desejam, não demostrando grande entusiasmo mas tentando agradar a todos. E no amor? Bem, o libriano precisa do amor como do ar para viver. Ele é afetuoso, carinhoso e retribui o afeto de maneira contagiosa. Eles amam o amor pelo amor. Eles se envolvem facilmente nos relacionamentos, mas podem se frustrar com a mesma facilidade, pois tem uma idéia muito romântica do amor e do relacionamento. O libriano é ardente mas de uma forma um pouco lânguida. Para aproveitar plenamente o sexo, ele precisa de um ambiente confortável, descontraído e de todo o tempo do mundo. Libra e a Casa: Como é a casa de um libriano? Seguramente muito charmosa, aconchegante e de uma estrema elegância. Qualquer que seja a moda ou o estilo predominante, a sua casa primará sempre pela grande harmonia dos elementos. Com almofadas jogadas ao acaso pelo chão, que induzem a um voluntário abandono, com vasos repletos de flores naturais e quadros dentro desta mesma temática espalhados pelas paredes, este espaço emana graça e sedução sem fim. E como será o quarto de um libriano? Um charmoso convite para um descanso voluptuoso. Muitas almofadas macias, e, como são românticos por natureza, não dispensarão o uso de uma penteadeira cheia de frascos de perfumes, franceses é claro! As cores variam de acordo com as flores de sua preferência, geralmente as violetas, rosas, gardênias e glicínias. O libriano dispensa contrastes, para ele tudo deve estar em perfeito equilíbrio.
Então ficamos assim:
- Bel Cesar (1)
- Bom demais da conta (3)
- Flávio Gikovate (1)
- Martha Medeiros (7)
- Minha Cara (1)
- Roberto Shinyashiki (1)
- Rosana Braga (6)
- Tom Coelho (2)
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