quarta-feira, 11 de março de 2009

Entre a dor e o nada, o que você escolhe? - Rosana Braga

Não quero defender as relações falidas e que só fazem mal, nem estou sugerindo que as pessoas insistam em sentimentos que não são correspondidos, em relacionamentos que não são recíprocos, mas quero reafirmar a minha crença sobre o quanto considero válida a coragem de recomeçar, ainda que seja a mesma relação; a coragem de continuar acreditando, sobretudo porque a dor faz parte do amor, da vida, de qualquer processo de crescimento e evolução.

Pelas queixas que tenho ouvido, pelas atitudes que tenho visto, pela quantidade de pessoas depressivas que perambulam ocas pelo mundo, parece que temos escolhido muito mais vezes o nada do que a dor.

Quando você se perguntar Do que adianta amar, tentar, entregar-se, dar o melhor de mim, se depois vem a dor da separação, do abandono, da ingratidão?. Pense nisso: então você prefere a segurança fria e vazia das relações rasas? Então você prefere a vida sem intensidade, os passos sem a busca, os dias sem um desejo de amor? Você prefere o nada, simplesmente para não doer?

Não quero dizer que a dor seja fácil, mas pelo amor de Deus, que me venha a dor impagável do aprendizado que é viver. Que me venha a dor inevitável à qual as tentativas nos remetem. Que me venha logo, sempre e intensa, a dor do amor...

Prefiro o escuro da noite a nunca ter me extasiado com o brilho da Lua...
Prefiro o frio da chuva a nunca ter sentido o cheiro de terra molhada...
Prefiro o recolhimento cinza e solitário do inverno a nunca ter me sentido inebriada pela magia acolhedora do outono, encantada pela alegria colorida da primavera e seduzida pelo calor provocante do verão...

E nesta exata medida, prefiro a tristeza da partida a nunca ter me esparramado num abraço...
Prefiro o amargo sabor do não a nunca ter tido coragem de sair da dúvida...
Prefiro o eco ensurdecedor da saudade a nunca ter provado o impacto de um beijo forte e apaixonado... daqueles que recolocam todos os nossos hormônios no lugar!

Prefiro a angústia do erro a nunca ter arriscado...
Prefiro a decepção da ingratidão a nunca ter aberto meu coração...
Prefiro o medo de não ter meu amor correspondido a nunca ter amado ensandecidamente.

Prefiro a certeza desesperadora da morte a nunca ter tido a audácia de viver com toda a minha alma, com todo o meu coração, com tudo o que me for possível...
Enfim, prefiro a dor, mil vezes a dor, do que o nada...

Não há – de fato – algo mais terrível e verdadeiramente doloroso do que a negação de todas as possibilidades que antecedem o nada.

E já que a dor é o preço que se paga pela chance espetacular de existir, desejo que você ouse, que você pare de se defender o tempo todo e ame, dê o seu melhor, faça tudo o que estiver ao seu alcance, e quando achar que não dá mais, que não pode mais, respire fundo e comece tudo outra vez...

Porque você pode desistir de um caminho que não seja bom, mas nunca de caminhar...
Pode desistir de uma maneira equivocada de agir, mas nunca de ser você mesmo...
Pode desistir de um jeito falido de se relacionar, mas nunca de abrir seu coração...

Portanto, que venha o silêncio visceral que deixa cicatrizes em meu peito depois das desilusões e dos desencontros... Mas que eu nunca, jamais deixe de acreditar que daqui a pouco, depois de refeita e ainda mais predisposta a acertar, vou viver de novo, vou doer de novo e sobretudo, vou amar mais uma vez... e não somente uma pessoa, mas tudo o que for digno de ser amado!

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Sou de libra

Signo LIBRA:: Graziella Marraccini :: Este signo se inicia em 23 de Setembro e termina em 23 de Outubro. É um signo positivo, cardeal, de AR, governado por Vênus. O signo de Balança ou Libra, é um signo de exteriorização, de movimento, de beleza.Os nativos do signo de Libra apreciam a beleza, as artes, são pessoas refinadas e com forte tendência social. São inteligentes como todos os nativos dos Signos de Ar. São governados pelo planeta Vênus, mas diferentemente da Vênus-Terra do signo de Touro, são Vênus-Ar, etéreos e refinados. Dão muita importância ao casamento e à vida social. São delicados, amáveis, e tem um temperamento afetuoso. São amantes da paz, e são bons diplomatas, tentando sempre apaziguar e conciliar os opostos. Mas, com esta necessidade de fazer sempre as pazes, tendem a evitar uma boa briga (às vezes saudável), e desta maneira ficam "em cima do muro", sem tomar partido. Isto os torna indecisos, e muitas vezes fazem o papel de "Pontio Pilatus" lavando-se as mãos e fingindo-se desinteressados... São as vezes indolentes, e podem faltar de perseverança, parecendo levianos e amantes da vida alegre e fácil. Se deixam influenciar pelos elogios, talvez no intuito de serem agradáveis. Buscam a vida toda "o outro", o amor, o casamento, e o perseguem a qualquer preço, se envolvendo freqüentemente até em triângulos amorosos. Adoram a vida social e as festas e podem ser um pouco superficiais. De qualquer maneira o Carma do Libriano é sem dúvida o casamento, ou as associações (ou sociedades) onde deverá aprender a tomar partido, tomar decisões, bater o punho na mesa e não ficar na indecisão. Seu ponto fraco no organismo são os Rins, símbolo do relacionamento "a dois", e filtro de nosso organismo. Libra e o Amor: Nas amizades ele parece sempre fazer o que os outros desejam, não demostrando grande entusiasmo mas tentando agradar a todos. E no amor? Bem, o libriano precisa do amor como do ar para viver. Ele é afetuoso, carinhoso e retribui o afeto de maneira contagiosa. Eles amam o amor pelo amor. Eles se envolvem facilmente nos relacionamentos, mas podem se frustrar com a mesma facilidade, pois tem uma idéia muito romântica do amor e do relacionamento. O libriano é ardente mas de uma forma um pouco lânguida. Para aproveitar plenamente o sexo, ele precisa de um ambiente confortável, descontraído e de todo o tempo do mundo. Libra e a Casa: Como é a casa de um libriano? Seguramente muito charmosa, aconchegante e de uma estrema elegância. Qualquer que seja a moda ou o estilo predominante, a sua casa primará sempre pela grande harmonia dos elementos. Com almofadas jogadas ao acaso pelo chão, que induzem a um voluntário abandono, com vasos repletos de flores naturais e quadros dentro desta mesma temática espalhados pelas paredes, este espaço emana graça e sedução sem fim. E como será o quarto de um libriano? Um charmoso convite para um descanso voluptuoso. Muitas almofadas macias, e, como são românticos por natureza, não dispensarão o uso de uma penteadeira cheia de frascos de perfumes, franceses é claro! As cores variam de acordo com as flores de sua preferência, geralmente as violetas, rosas, gardênias e glicínias. O libriano dispensa contrastes, para ele tudo deve estar em perfeito equilíbrio.